quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Mais da metade dos médicos recém-formados é reprovada em exame do Cremesp

Resultado de imagem para imagem medico fazendo prova
De acordo com o conselho, dos 2.677 participantes, 56,4% (1.511) não alcançaram a nota mínima porque só acertaram menos de 60% das 120 questões da prova.[...]

[...]É preciso que as escolas médicas promovam melhorias nos métodos de ensino e imprimam mais rigor em seus sistemas de avaliação”, afirma Bráulio Luna Filho, diretor do Cremesp e coordenador do Exame.

Segundo o Cremesp, as escolas privadas tiveram maior percentual de reprovação que os cursos públicos. "No entanto, houve aumento importante de reprovação em comparação ao Exame de 2015 entre os egressos das instituições públicas, passando de 26,4% para 37,8%. Já entre os cursos de medicina privados, 66,3% dos alunos foram reprovados em 2016, também superando os resultados de 2015, com 58,8%", aponta o levantamento.

Histórico do exame:

·         2015 - 2.726 participantes - 48,1% de reprovação
·         2014 - 2.891 participantes - 55% de reprovação
·         2013 - 2.843 participantes - 59,2% de reprovação
·         2012 - 2.411 participantes - 54,5 % de reprovação

Estrutura da prova

A prova teve 120 questões de múltipla escolha, com cinco alternativas de respostas e duração de até cinco horas.

O conteúdo abrangeu as principais áreas da Medicina: Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Pediatria, Ginecologia, Obstetrícia, Saúde Pública e Epidemiologia, Saúde Mental, Bioética e Ciências Básicas.

Para aprovação, o candidato deveria responder corretamente a 72 das questões, o que corresponde a um percentual de acertos de 60%.

A prova foi aplicada pela Fundação Carlos Chagas (FCC) e os critérios e a metodologia foram os mesmos utilizados e validados nos exames anteriores.

A 12ª edição do Exame do Cremesp foi realizada no dia 16 de outubro de 2016 nos municípios de Botucatu, Campinas, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São Paulo e Taubaté. Atualmente, existem 46 escolas médicas em atividade no Estado de São Paulo. Dessas, 30 foram avaliadas no Exame de 2016.

As demais, abertas há menos de seis anos, ainda não haviam formado turmas à época do Exame.

Importância da avaliação

Todo estudante que se formou em medicina e quer se inscrever no conselho paulista precisa fazer o exame para poder tirar o registro do CRM (Conselho Regional de Medicina) e atuar como médico no estado.

Apesar de ser um exame obrigatório, mesmo quem for reprovado também pode obter o registro.

Entretanto, desde 2016, de acordo com o Cremesp, a participação no exame passa a ser critério para acesso à Residência Médica, concurso público e mercado de trabalho.

Programas de Residência Médica, como da Unicamp, USP de São Paulo, USP de Ribeirão Preto, Santa Casa, Unifesp, ABC, Hospital do Servidor Público Estadual, FM Rio Preto entre outros, passaram a exigir a participação no Exame do Cremesp como condição para o acesso à Residência.

"A Secretaria da Saúde do Município de São Paulo publicou portaria exigindo a participação na prova do Cremesp a todo médico que se inscrever em concurso público para preenchimento de vagas. Decreto da Secretaria de Estado da Saúde faz a mesma exigência. Recentemente, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) firmou com o Cremesp um protocolo de intenções, estabelecendo que o Exame do Cremesp será considerado na sele ção de candidatos à Residência Médica e na contratação de profissionais, para os mais de 80 hospitais e instituições conveniados à entidade, entre eles os hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês", informou o Cremesp.

Grifo nosso
Fonte: CREMESP/G1
Imagem:academiamedica.com.br

Curta e compartilhe no Facebook

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

SUS passa a oferecer cirurgia bariátrica por videolaparoscopia



O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a oferecer cirurgia bariátrica por videolaparoscopia, técnica menos invasiva em comparação à cirurgia aberta.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (1º).

Na cirurgia aberta, o médico faz um corte de 10 a 20 cm no abdômen do paciente.

Já na videolaparoscopia, são feitas de quatro a sete mini-incisões de 0,5 a 1,2 cm cada uma, por onde passam as cânulas e a câmera de vídeo.

A taxa de mortalidade média da cirurgia videolaparoscópica é menor do que a da cirurgia aberta, segundo informações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

A recomendação da inclusão do procedimento tinha sido feita pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) em relatório de novembro de 2016.

"A evidência atualmente disponível sobre eficácia e segurança do procedimento de gastroplastia com derivação intestinal em Y-de-Roux por laparoscopia para tratamento da obesidade grave e mórbida é baseada em revisões sistemáticas, estudos clínicos controlados e estudos observacionais", afirma o relatório.

O documento também observa que o aumento da escala de compras dos materiais usados na cirurgia bariátrica laparoscópica deve fazer com que o preço desses equipamentos diminua no Brasil.

No SUS, a cirurgia bariátrica é indicada para pessoas que apresentem o seguinte perfil:

- Com índice de massa corporal (IMC) igual ou maior que 50
- Com IMC maior ou igual a 40, com ou sem doenças associadas, sem sucesso no tratamento clínico por no mínimo dois anos
- Com IMC maior que 35 e com problemas de saúde como alto risco cardiovascular, diabetes mellitus e/ou hipertensão arterial sistêmica de difícil controle, apneia do sono, doenças articulares degenerativas sem sucesso no tratamento clínico

Tratamento para varizes

O Ministério da Saúde também anunciou que o SUS passará a ter disponível uma nova técnica para tratar varizes. O chamado tratamento esclerosante estará disponível para tratamentos não-estéticos, ou seja, quando as varizes representarem um problema de saúde e não apenas uma questão estética.

A escleroterapia consiste em aplicar uma substância em forma de espuma diretamente nas varizes, até que elas desapareçam. Trata-se de uma alternativa menos invasiva ao tratamento cirúrgico para varizes.

Grifo nosso
Fonte:simes.org.br
Imagem:Reprodução

Curta e compartilhe no Facebook

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Presidente do CREMEGO: ”Não há órgão classista que fiscalize e puna mais que o Conselho de Medicina”


Dr. Leonardo Reis 

Presidente empossado, o oftalmologista Leonardo Reis defendeu, durante entrevista ao Jornal Opção, a atuação do Conselho Regional de Medicina de Goiás na fiscalização da classe.

Para ele, apesar de reconhecer que há corporativismo, não existe órgão fiscalizador que atue tão bem quanto o Cremego.

“Não tem nenhum órgão fiscalizador de classe que fiscalize, investigue e puna como o nosso. 

Desafio a encontrarem algum que tenha tanto trabalho de instruir, investigar como tem o Cremego. Justamente porque é uma das profissões que mais causam impacto na vida do cidadão”, defendeu.

No ano passado, o presidente informa que cerca de 500 sindicâncias foram abertas, que culminaram em 100 processos ético-profissionais: 40 médicos punidos e quatro perderam o registro.

Essa é, inclusive, a média dos últimos dez anos.

Leonardo Reis aproveitou para questionar a própria atribuição do conselho que, apesar de ser fiscalizador, não tem poder de opinar sobre a formação do médico.

Esta é uma bandeira antiga do Conselho Federal de Medicina, que tem brigado por uma maior participação junto ao Conselho Nacional de Educação, do Ministério da Educação, no processo de autorização da abertura e fechamento de faculdades no país.

“Não temos nem voz nessas questões básicas, pois estão discricionárias ao poder Executivo. Contudo, deveria ser pelo menos razoável que o conselho opinasse, porque depois somos nós quem fiscalizamos o exercício”, completou.

A saída encontrada pelos conselhos regionais foi a mesma da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB): aplicar uma prova de proficiência para dar autorização aos egressos a exercer a profissão.

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) chegou a aplicar a prova, que foi suspensa após uma ação da Associação de Faculdades Particulares ser acatada pela Justiça paulista.

Assim como o ex-presidente, Aldair Novato, o atual mandatário do Cremego vê o exame como “o futuro da medicina”, justamente “em função da proliferação de escolas de qualidade questionáveis”.

“Em votação no plenário, já demos sinalização que o conselho de Goiás apoia a iniciativa. Dependemos apenas de questões legais para iniciar o processo”, acrescentou.

Questionado se haveria perspectiva, com o governo do presidente Michel Temer (PMDB), de mudança na legislação para dar mais poder aos conselhos, Reis se mostra pouco esperançoso: “Não vislumbro possibilidade de mudança, portanto a saída que as autarquias e conselhos profissionais têm é justamente o controle da inscrição”.

Para o presidente do Cremego, um dos principais responsáveis pelo desmonte da educação superior é a política “equivocada e irresponsável” adotada nos últimos 20 anos. “Procuraram abertura de faculdades a qualquer custo, independente da qualidade. Para corrigir tais distorções vai demorar alguns anos. Não há outra alternativa se não uma ação dos conselhos, como a prova”.

E completa: “Não temos controle sobre a formação… Qualquer um que tiver 10 mil reais para pagar escola do filho, sabe que ele se formará”.

Grifo nosso
Fonte: jornalopcao.com.br/ Alexandre Parrode 
Imagem: Reprodução

Curta e compartilhe no Facebook

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Senado Federal: Projeto obriga hospital a oferecer local adequado de descanso para enfermeiros

Resultado de imagem para imagem enfermeiro dormindo
As instituições de saúde públicas e privadas, como hospitais e clínicas, terão que oferecer condições adequadas de repouso, durante o horário de trabalho, aos enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e às parteiras.

É o que estabelece o Projeto de Lei (PL) 4998/16, oriundo do Senado e em tramitação na Câmara dos Deputados.

Segundo o texto, os ambientes de repouso devem ser específicos para descanso.

Devem também ser arejados, possuir banheiro, móveis adequados e conforto térmico e acústico, além de espaço compatível com a quantidade de usuários.

Integridade

O projeto é de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO). O texto modifica a Lei 7.498/86, que regulamenta o exercício da enfermagem.

Segundo Raupp, o objetivo é preservar a integridade física dos profissionais de enfermagem e dos pacientes por eles atendidos.

O senador afirma que a ausência de condições adequadas para descanso prejudica a saúde dos enfermeiros e coloca em risco o bem-estar dos pacientes por eles atendidos.

Tramitação

O projeto tramita em *caráter conclusivo nas comissões de Seguridade Social e Família; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

*Caráter conclusivo:
O projeto que tramita em caráter conclusivo não precisa ser votado pelo Plenário para que seja considerado aprovado pela Câmara, mas apenas aprovado pelas comissões designadas para analisá-lo.
O projeto deixará de ser conclusivo nas comissões (e, portanto, precisará ser votado em Plenário), se:
a) uma das comissões o rejeitar, ou
b) mesmo aprovado pelas comissões, houver recurso de 51 deputados (10%) para que ele seja votado em Plenário.

Grifo nosso
Fonte: Agência Câmara
Imagem:diariodejacarei.com.br

Curta e compartilhe no Facebook

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Fisioterapeuta não é habilitado para elaborar perícia visando à concessão de benefícios previdenciários


Resultado de imagem para imagem fisiterapeuta

A 2ª Turma do TRF da 1ª Região, por unanimidade, deu provimento ao agravo retido e julgou prejudicada a apelação interposta pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) contra a sentença que julgou procedente o pedido, condenando a autarquia a pagar o benefício previdenciário de aposentadoria por invalidez pretendido pela parte autora, com o pagamento de parcelas pretéritas, acrescidas de juros de mora e correção monetária, bem assim ao pagamento de honorários advocatícios.

Em suas alegações recursais, o INSS sustentou que não foram comprovados os requisitos necessários para a concessão do benefício e requereu a apreciação do agravo retido.

Em seu voto, o relator, desembargador federal João Luiz de Sousa, destacou que para a concessão do benefício de aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença é indispensável a comprovação da incapacidade, que deve ser obtida por meio de prova pericial produzida pelo próprio juízo.

No caso, o juiz de origem nomeou um fisioterapeuta para atuar como perito e realizar os exames necessários, tendo concluído pela incapacidade laborativa do autor.

Com o resultado, a autarquia impugnou a realização da perícia judicial, argumentando que a profissional nomeada pelo juízo não possuía habilitação legal para a elaboração do laudo.

O magistrado ressaltou que a perícia médica foi realizada por profissional de fisioterapia, quando na realidade, a atividade é privativa de médico. “A realização de perícia médica é procedimento indispensável para comprovação da incapacidade do segurado que pretende benefício previdenciário de aposentadoria por invalidez, e a sua realização em desconformidade com disposição legal acarreta grave prejuízo ao adequado convencimento do juízo”, disse o relator.

O desembargador concluiu que, por força normativa, não é permitida a realização da perícia judicial por este profissional por tratar-se de atribuições de carreira médica.

Desta forma, mostra-se necessária a formação específica em medicina para a realização de perícias médicas, especialmente aquelas das quais resultará a concessão de benefícios oferecidos pelo Estado, gerando, inclusive, despesas mensais aos cofres públicos, razão pela qual não podem ser executadas por profissionais não habilitados.

Diante do exposto, o Colegiado, acompanhando o voto do relator, deu provimento ao agravo retido do INSS para anular a sentença e determinou o retorno dos autos à origem para regular processamento do feito, julgando prejudicada a apelação.
Grifo nosso

Fonte: Assessoria de Comunicação TRF1
Imagem:blogclinipam.com.br

Curta e compartilhe no Facebook

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Parecer CFM orienta sobre socorro médico em aviões

Resultado de imagem para imagem passageiro passando mal em avião
Em resposta ao Parecer CFM 52/2016, o conselheiro Parecerista Dr. Emmanuel Fortes Silveira Cavalcanti orienta que o atendimento médico de emergências em aeronaves comerciais tem caráter humanitário e deve ser prestado com os recursos disponíveis a bordo.

A responsabilidade de divergir (alterar) a rota do avião é do comandante da aeronave, sendo o médico essencial e imprescindível nessa solicitação, devendo este obter cópia dos registros de atendimento.

O direito dos passageiros será regido pelas leis dos países identificados pela bandeira da aeronave.

Acesse o link Parecer CFM52/2016 e obtenha mais informações.

Grifo nosso
Fonte: CFM
Imagem: assisramalho.com

Curta e compartilhe no Facebook 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Dicas essenciais para escolher a especialidade correta

Resultado de imagem para imagem medico trabalhando
Escolher a especialidade pode ser uma das maiores dificuldades entre os estudantes e recém-formados de medicina. Algumas pessoas já crescem e entram na faculdade com uma especialidade certa, aquela que acredita ser sua vocação. Mas muitas ainda ficam confusas, e é normal. Nem sempre o foco de vida é a profissão, pode ser ter uma vida tranquila, ter um casamento, ter filhos, ou até mesmo outro hobby ou profissão, como escrever ou cantar. Por isso, na hora de decidir algumas questões podem interferir, e algumas dicas podem ajudar. Reunimos algumas dessas informações para que você não fique perdido e tente fazer uma escolha que se encaixa com você.

1.Objetivos
Algumas áreas são muito procuradas, outras dão menos dinheiro, outras têm uma vida mais conturbada… Tudo deve ser levado em conta. Mas antes de qualquer coisa, é necessário você entender o que realmente quer: qual é o seu objetivo principal na vida: o trabalho, a vida pessoal ou outra coisa? E qual seu objetivo específico na profissão?

2.Emocional
Visto isso, pense em algumas outras questões.  Você tem algum desejo principal ou significado que queira dar ao seu futuro? Tem algum sonho na parte profissional? Qual especialidade te deixará mais realizado e conseguirá trazer essa paixão à tona? Estar satisfeito emocionalmente fará com que tudo se torne mais fácil e você seja um profissional melhor.

3.Habilidades
E suas habilidades físicas? Com o que você se considera realmente bom? A cirurgia, por exemplo, precisa de muito mais habilidade com as mãos, de passar grande parte do tempo em pé e de saber lidar com urgências. Pense também em suas habilidades humanas, como empatia, paciência, e outras. Na pediatria é necessário saber lidar com crianças, além de lidar com os pais e suas preocupações frequentes. Não deixe de avaliar essas questões na hora da sua escolha.

4.Financeiro
Mesmo que a medicina não seja mais a profissão mais rentável no Brasil (dados de 2006), ela ainda é muito procurada por esse motivo. E não há nada de errado em querer uma vida tranquila e, por isso, escolher a profissão pela remuneração que ela dá. Mas é claro que a vida que você vai levar na prática interferirá na sua vida pessoal, e isso também deve ser levado em consideração.
Se o seu objetivo é a vida financeira, uma pesquisa de 2014 do site de empregos Catho, apontou as especialidades mais bem remuneradas no país. Entre as 10 áreas mais bem pagas, a pesquisa apontou cirurgia, ortopedia, anestesia, dermatologia, hematologia, mastologia, oncologia, e outros. Vale lembrar que existe uma variação por nível de qualificação, e um médico com mestrado ou doutorado pode chegar a ganhar três vezes mais que aquele apenas com graduação.

5.Concorrência
Quer fugir das áreas com mais profissionais? O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou em 2013 os dados das maiores especialidades no país. São elas: pediatria, ginecologia e obstetrícia, cirurgia geral, clínica médica, anestesiologia, medicina do trabalho e cardiologia. Mas lembre-se que só ser uma área com muitos médicos não significa que você ficará de fora, visto que algumas são necessárias a qualquer ser humano.

6.Futuro
Por fim, pensar no futuro também é essencial. Com todas as evoluções tecnológicas, a medicina tem sido beneficiada em muitas questões. Assim, as seis especialidades mais promissoras também podem entrar na sua lista de possíveis escolhas. São elas: clínica, obstetrícia e ginecologia, radiologia, oftalmologia, medicina do esporte e reabilitação, e oncologia.

Tendo em mente esses pontos, algumas questões poderão ser esclarecidas para a sua decisão final. Caso ainda esteja com dúvidas, conversar com especialistas que estão há bastante tempo na profissão pode ajudar a entender melhor como funciona a prática.

Grifo nosso
Fonte: Simes/Clara Barreto / PEBMED
Imagem: ifolha.com.br

Curta e compartilhe no Facebook